| A MULHER E A SEPARAÇÃO | |
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Nós mulheres, mais românticas, sensitivas e intuitivas desde criancinha somos educadas para casar com o príncipe encantado. Apaixonadas, casamos. E na maioria das vezes sem profissão definida, sem economia própria, enlevadas na casinha de brinquedo conquistada. Pode não parecer de início, mas não raras vezes é trocado o sonho pela dura realidade. Aqui vão algumas dicas. Porque isso? O casal decidido que vai se separar porque o sonho acabou, pode se divorciar sem esperar 1 ano ou dois tempo que era da chamada separação judicial. Ou seja, hoje pode se divorciar direto. Pense, há dois modos de divorcio ( amigável) e ( litigioso) e não se fala mais em culpado da separação. Se houver agressões físicas, morais, adultério, abandono do lar imotivado, são algumas das queixas que se possa ter mas hoje não se procura mais quem é o culpado, o divorcio sai sempre. Pergunta das mais comuns é saber quem sai da casa e quem fica. Caso importantíssimo é a mulher saber que em raríssimas vezes perderá a guarda natural dos filhos, muito embora o juiz pesquise qual dos dois pais tem condições melhores de cria-los, o que não quer dizer muitas vezes, ter mais dinheiro, mas o elenco de atributos concretos e imateriais para faze-lo. Resumidamente, o mais importante é não se deixar aniquilar pela dor do momento e agir obtendo o maior numero de informações possíveis junto ao profissional habilitado. Autoria Maria Alice de Azevedo Marques |
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